Pensei em como intitular esse post sem repetir, o tão repetido, título deste blog.
Você tem algum amigo, ou até mesmo um colega de trabalho que fala do trabalho com o mesmo amor que fala dos filhos? Se sim então você conhece alguém que é amante do trabalho.
Não limite sua mente, não leia trabalho e associe a emprego, a função ou cargo. Ter a mente livre disso é o primeiro passo para descobrir um novo mundo, um mundo com menos limitações, quem sabe até nenhuma.
(Esta publicação é a primeira do Blog Worklover, nela eu tento explicar no que se baseará as próximas publicações, e caso lhe interesse adicione o blog aos seus favoritos, comente e compartilhe).
A primeira vez que eu ouvi o termo "worklover" foi em um email que recebi de uma gerente, e me chamou atenção, é claro que o termo que eu ouvi era um bom nome para algo que eu já conhecia, estudava e admirava
O email continha uma lista de características dos que são apaixonados pelo trabalho, com cara de "corrente" ou mensagem motivacional, é uma lista que ajuda entender melhor esse tipo de profissional. Abaixo eu disponibilizo a mesma:
"Ser apaixonado pelo trabalho significa que a pessoa tem prazer em
realizar suas atividades motivado pela sua própria capacidade profissional.
Aceita os desafios não
como um "castigo" ou "fardo", mas sim como uma oportunidade
de desenvolvimento que poderá impactar no sucesso da sua carreira.
Quando supera as
metas, o apaixonado pelo trabalho não espera elogios para se sentir motivado e
reconhecido pela empresa. Ele próprio reconhece o seu valor e seu estímulo
motivacional revela-se de "dentro para fora".
Enquanto as pessoas reclamam que os ponteiros dos relógios não saem
do lugar, o apaixonado pelo trabalho fica surpreso com a rapidez que o dia
passou e deixa as prioridades anotadas em sua agenda para o dia seguinte para
otimizar seu tempo.
O worklover não fica
recluso em uma ostra. Pelo contrário, ele sente prazer em compartilhar com os
amigos não apenas as suas conquistas no ambiente de trabalho, mas também se
mostra disposto ao aprendizado contínuo com seus pares.
O volume de trabalho
não o deixa "em pânico" ou "revoltado". Ele considera suas
responsabilidades como atribuições de valor tanto para o negócio da empresa
quanto para ele.
Diante das suas
responsabilidades, o worklover se mantém no nível de estresse considerado
saudável, pois coloca entre suas competências comportamentais encontram-se o
controle emocional.
Como ninguém é de
ferro, tampouco o worklover foge a essa "regra". Ao primeiro sinal de
que seu organismo não está bem, não hesita em marcar uma consulta médica e
recorre a orientações de especialistas para tratar bem a sua saúde.
Se o workaholic deixa
a vida pessoal de lado e direciona sua via apenas para o trabalho, o worklover
é perfeitamente capaz de administrar seu tempo entre trabalho e sua vida
social. Ou seja, ele não abre mão e momentos de lazer, reserva tempo para ficar
na companhia dos familiares e das pessoas que ama."
Uma coisa que vejo de forma muito clara é a relação entre quem é apaixonado pelo trabalho e quem tem espírito empreendedor.
Em uma das fases da minha vida em que participei de um seletivo para trainee de uma multinacional lembro muito bem dos mentores sempre comentando que a empresa buscava no funcionário um parceiro com "espírito de dono", o worklover tem isso em comum com o empreendedor. Todo empreendedor bem sucedido é worklover, mas nem todo mundo precisa montar seu próprio negócio para se apaixonar pelo trabalho.
Ainda estou correndo atras da maioria dessas características e muitas outras não listadas (principalmente as que não são de personalidade e sim comportamental).
Neste blog eu te convido a caminhar junto comigo, vamos?

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